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A uma semana de primárias, Cristina Kirchner é derrotada pela oposição em Córdoba

Foram três derrotas eleitorais em um mês. No último domingo (7), os eleitores da província de Córdoba – o segundo maior distrito eleitoral depois da província de Buenos Aires – elegeram Juan Manuel de La Sota governador

No próximo domingo, pela primeira vez na história da Argentina, 28 milhões de pessoas vão às urnas para escolher que candidatos disputarão as eleições presidenciais de 23 de outubro. As primárias, que decidem que candidatos disputarão a presidência, servirão de importante termômetro para medir a popularidade da presidente Cristina Kirchner. Apesar de continuar como favorita à reeleição, Kirchner foi derrotada pela oposição nas eleições locais em vários colégios eleitorais importantes, como o de Córdoba.

Foram três derrotas eleitorais em um mês. No último domingo (7), os eleitores da província de Córdoba – o segundo maior distrito eleitoral depois da província de Buenos Aires – elegeram Juan Manuel de La Sota governador. O governo da presidenta Cristina Kirchner não tinha candidato próprio, nem tem o apoio dele garantido para as primárias. Em Santa Fé e na cidade de Buenos Aires, que representam, cada uma, 9% do eleitorado argentino, os candidatos da oposição derrotaram os governistas.

“Como as candidaturas partidárias já estão definidas e todas as pesquisas de opinião indicam que a presidenta Cristina Kirchner é a favorita para as eleições presidenciais de outubro, o que todos querem saber é quantos votos ela obterá nas primárias e qual a diferença de votos com o segundo colocado”, afirmou o analista político Roberto Bacman.

Hoje, dez coalisões e frentes partidárias têm candidatos a presidente e vice. Só que cada uma delas apresentou uma única dupla, escolhida a dedo. Como o voto é obrigatório, as primárias estão sendo consideradas uma espécie de pré-eleição. Estima-se que os eleitores votarão, já nas primárias, no partido que querem ver no poder.

Para ser eleito presidente da Argentina no primeiro turno é preciso obter 45% dos votos. Pode-se também ser eleito com, no mínimo, 40% dos votos, desde que haja uma diferença de dez pontos percentuais com o segundo colocado. A oposição, que está dividida, só tem chances de ganhar se houver um segundo turno.

Desde que terminou o regime militar argentino, apenas dois partidos ocuparam a presidência: o Partido Justicialista ou Peronista (PJ) e da União Cívica Radical (UCR). Pela primeira vez, nenhum dos dois terá candidato próprio. Nas primárias, os peronistas terão três candidatos, cada qual com sua própria legenda: a presidente Critina Kirchner, o ex-presidente Eduardo Duhalde e Alberto Rodriguez Saa, governador da província de San Luis.

A favorita nas pesquisas de opinião é Cristina, que tentará a reeleição com a Frente para a Vitoria (FpV). O ex-presidente Duhalde – que fez Nestor Kirchner seu sucessor, mas transformou-se em opositor ao seu governo e ao de sua viúva – tentará voltar à Casa Rosada pela Unión Popular. Alberto Saa é irmão de Adolfo Rodriguez Saa, que foi presidente por uma semana em meio à crise de 2001.

Filho do ex-presidente Raul Alfonsín (UCR), Ricardo Alfonsín fez uma aliança com o ex-peronista Francisco de Narvaez e lançou sua candidatura presidencial pela União pelo Desenvolvimento Social. A deputada Elisa Carrio (que já foi da UCR) tentará, pela terceira vez, disputar a presidência pela Coalizão Cívica. Outras cinco agrupações políticas menores também têm seus candidatos, mas, desses, apenas um tem condições de chegar às eleições presidenciais: Hermes Binner, do Partido Socialista. Os outros quatro candidatos precisam obter 1,5% dos votos nas primárias para disputar o pleito de 23 de outubro.

Nas primárias, também serão definidos os candidatos a 130 vagas na Câmara de Deputados e a 24 vagas no Senado. Quatro províncias – entre elas Buenos Aires, que representa 40% do eleitorado nacional – também elegerão seus candidatos a governador.

LH




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